Agências
Cada cliente tem um tom, e o tom vive na cabeça de quem escreve.
Uma agência escreve para vários clientes ao mesmo tempo, cada um com um tom e uns templates próprios. Quem escreve troca de voz várias vezes por dia, e o histórico que provaria o trabalho está por catalogar.
O tom de cada cliente está definido. Continua a depender de quem escreve.
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Contexto
Onde vive a informação hoje
Numa agência a informação está em templates, em tons de voz definidos por cliente e em projetos antigos que ninguém consegue listar sem abrir pastas. É um arquivo rico e mudo: responde a tudo, desde que alguém se lembre de que a resposta existe.
- Os templates e o tom de voz definido de cada cliente
- Os casos e os projetos antigos, ainda por catalogar como argumento
- O que já foi publicado por cliente, para não repetir
- Os briefings, que dizem o que cada peça tinha de fazer
Ação
O que passa a acontecer sozinho
Pedes legendas para o novo caso de um cliente e recebes várias opções no tom de voz desse cliente, a partir dos templates, prontas a escolher e a agendar. E quando precisas de argumentos para uma abordagem a um setor, perguntas que clientes antigos dão bons casos de estudo e recebes uma lista de candidatos com uma linha a justificar cada um.
- Várias opções de legenda no tom de voz do cliente, a partir dos templates
- A lista de projetos que dão bons casos de estudo, com a razão de cada um
- A resposta a "já publicámos algo assim para este cliente?"
- As peças escritas contra o briefing, e não contra a memória de quem escreve
Quem responde
Quem responde quando erra
Nada é publicado sem passar por quem tem a conta: o agente propõe e uma pessoa escolhe. O tom vem dos templates do cliente, e quando o agente se afasta deles isso é visível na revisão em vez de chegar ao feed. E cada cliente é um contexto separado: o que é de um não entra no trabalho de outro, e essa regra está escrita antes de o agente começar.
- Nada é publicado sem quem tem a conta escolher
- O tom vem dos templates do cliente, e o desvio vê-se na revisão
- Cada cliente é um contexto, e a separação está escrita nas regras
Duas formas
O que sai da escada tem uma de duas formas. Já construímos as duas.
Agente no canal
Cada cliente já tem um canal na agência. O agente vive nesse canal, com os templates e o tom daquele cliente, e não com os do vizinho.
Arquivo com agente
O trabalho já feito é o melhor argumento comercial de uma agência. Um arquivo com um agente por cima transforma-o em respostas em vez de pastas.
Por onde começa
Começa por um cliente e um formato, e vê se o tom se aguenta sem quem o escreve habitualmente.
Ver os três degrausPerguntas relacionadas
Quem pergunta isto costuma perguntar também.
- 03Já pago o Slack e o Claude, porquê pagar-vos a vocês?Um assistente genérico não conhece o teu formato, não está configurado com segurança e a equipa não o adota sozinha.
- 07Já tentámos IA antes. Porque é que não funcionou?Porque a IA amplifica os processos que a empresa já tem, e com processos desorganizados amplifica a desorganização.
- 08Isto vai substituir pessoas?O agente redige, uma pessoa aprova. Durante o piloto escreve rascunhos e não envia nada. A decisão continua de quem a assina.